Você sabe quem é o “AIO”

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A NOBRE POSIÇÃO DO “AIO”

“De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela  fé, fôssemos justificados” – Gl 3.24

          A palavra “aio”, no grego é, “pedagõgos”, que significa “guia” ou “auxiliar”. Ao contrário do que muitos afirmam, o “aio” não era um “mestre-escola”, um “tutor”, aquele que tinha a incumbência de educar uma criança. Na verdade, o “aio” era um “guardião”. Geralmente tratava-se de um escravo, que cuidava da criança desde os seis aos dezesseis anos de idade. Sua tarefa era a de disciplinar a criança, podendo corrigir sua faltas. Acompanhava a criança até a escola, cuidando para que nada de mal lhe sucedesse. Quando a criança atingia a idade apropriada, findava a atividade do “guardião”.

          Paulo destaca que um adulto já passou do período em que precisa da orientação e companhia do “aio”. Os deveres de tal guia eram limitados e temporários. Aquele que está em Cristo, não precisa da ajuda de um “tal auxiliador”. A lei foi o “aio” e teve uma função importante, mesmo sendo temporária, embora não separadamente de Cristo, mas sim, como caminho que apontava Cristo aos homens.

 

Informação obtida do livro “Fique por Dentro” do teólogo e pastor Roberto de Carvalho – Pg. 14,15.

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