Refutando Darwin – Texto I

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A teoria de Darwin pressupõe a origem comum de todas as espécies. Segundo ele, as dezenas de milhões de espécie que habitam o planeta descendem de um antigo ancestral comum. Portanto, por essa teoria, desse ancestral, ao longo dos milênios de existência, surgiram todas as espécies.

Esse “ancestral comum” está se referindo ao ancestral de cada espécie ou a um ancestral do qual descenderam todas as espécies? Em ambos os casos, essa teoria está totalmente contrária à revelação bíblica sobre a criação. A Palavra de Deus afirma que Deus criou todos os seres viventes, cada um conforme a sua espécie – Gn 1:25 .

Entendemos desta forma, que o crocodilo sempre foi crocodilo e a lagartixa sempre foi lagartixa. Nunca existiu uma ave da qual todas as aves passaram a existir por mutação genética.A galinha sempre foi galinha e a águia sempre foi águia. Podem existir diferenças entre as galinhas de países e continentes diferentes, mas a galinha sempre foi galinha.

Por exemplo, um animal que chamou a atenção de Darwin foi a iguana. Ele descobriu que cada ilha, em Galápagos, tem sua espécie.  O que ele chama de “espécie”, aqui, na verdade é “variedade”, uma vez que no conceito científico uma espécie se difere da outra por vários fatores. É plenamente compreensível que em cada lugar o animal sofre alguma alteração em sua estrutura física para se adaptar ao clima e ao meio-ambiente e assim sobreviver. Assim como o homem tem características diferentes em cada continente.

Devido à maior incidência de raio solar no continente africano, por exemplo, os homens desenvolveram uma maior quantidade de melanina no corpo para que houvesse equilíbrio na formação de vitamina D.Já na Europa, onde a incidência do sol é bem menor, ter muita melanina seria um problema, pois impediria a formação da vitamina D, uma vez que bloquearia a pouca radiação solar. Desta forma, o próprio organismo humano se incumbiu de formar peles mais claras para estes.

Eu pergunto: Pode-se afirmar que por causa da diferença de pele, de estatura, por se ter muito pelo ou não somos espécies diferentes? – Certamente não. O índio não é uma espécie diferente do ser humano. É humano tanto quanto qualquer um de nós. Apenas desenvolveu habilidades para viver em floresta.Todos os homens descendem de um mesmo homem, de forma que podemos afirmar que o ancestral comum do ser humano era um ser humano.

A evolução que temos conhecimento em relação ao homem, é a evolução cultural e a adaptação ao meio-ambiente. As mutações genéticas, das quais já se tem conhecimento, que vem ocorrendo no corpo do ser humano, são adaptações às novas circunstâncias vividas em cada época da história da humanidade. São recursos providenciados pelo Criador para que o homem triunfe a todas as intempéries.

Nenhuma mutação genética já percebida pela ciência, levou o homem a se aproximar de uma possível nova espécie pós-humana.A psique humana continua somo sempre; os problemas sociais vividos pela humanidade, apenas se repetem; as carências afetivas; a necessidade de trabalhar pelo sustento; o enfrentamento às mudanças climáticas… Nada diso fez o homem ser menos homem. Como disse o sábio antropologista Salomão, filho do Rei Davi: “Não há nada novo debaixo do sol” – Ec 1:9 e Ec 1:10 .

Em Cristo, Pb. Sandoval Juliano.

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