Salomão à Luz da História e da Arqueologia

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Eu estava consultando o significado do nome Salomão e encontrei no site Wikipédia uma nota deselegante e extremamente ridícula sobre a veracidade bíblica quanto à história de Salomão. O que encontrei e que achei de muito mal gosto alguém ter inserido no “Wikipédia” por ser uma uma nota tão pobre, mas que pode ser engolida pelos incautos e pelos que amam perseguir a Bíblia Sagrada é o texto que abaixo transcrevo: 

“Até o presente, não há qualquer comprovação ou mesmo indícios significativos capazes de conferir autenticidade histórica à figura do rei Salomão, nem que Jerusalém tenha sido, por volta do século X a.C., o centro de um reino amplo e próspero, conforme descrito no Livro dos Reis. Ademais, tendo sido Salomão um rei famoso por sua sabedoria e riqueza (como mostrado na Bíblia), era de se esperar que seu nome fosse referido por outros povos daquela região, sobretudo pelos fenícios de Tiro, com quem o reino de Salomão manteria intenso comércio. A ausência de quaisquer achados arqueológicos dessa natureza parece indicar que Salomão é, na verdade, o símbolo de um passado glorioso (ainda que legendário) que a maioria dos povos antigos apreciava se atribuir. [1].”

O problema é que a fonte citada por quem postou o texto acima é a de um livro extremamente sem fundamento chamado “E a Bíblia Não Tinha Razão” dos ridículos inimigos da obra de Deus, Israel Finkelsteine e Neil Asher Silberman. O tal livro foi publicado em São Paulo pela Editora A Girafa, 2003.

Só que quem publicou este infeliz comentário ignora que tenhamos um livro, escrito bem antes que este, chamado “E a Bíblia Tinha Razão…” escrito por Werner Keller, um renomado arqueólogo e sério pesquisador e que não é teólogo, diga-se de passagem. Eu tenho em casa esse livro e no exato momento em que escrevo estas linhas estou com ele ao meu lado, aberto nas páginas 217/230 que tratam do tema: “Salomão o rei do cobre” e que relata a descoberta da cidade Asiongaber ou Eziom-Geber, citada em 1Rs 9:26 .

Werner Keller conta que o arqueólogo americano Nelson Glueck com sua equipe, depois de três anos(de 1937 a 1940) trabalhando no “Vale do Deserto” – Uadi e’Arab, constataram que Asiongaber não era apenas uma pequena cidade portuária de onde partiram os navios de Salomão, era também uma indústria de navios. Mas, não apenas isto, era o centro da indústria do cobre. “Em parte nenhuma  do Crescente Fértil, nem na Babilônia, nem no Egito encontrou-se um alto-forno assim”, afirma o pesquisador americano. “Asiongaber dispunha, pois, da maior fundição do Antigo Oriente”, completa o citado doutor.

Eu aconselho a todos os internautas que adquiram o livro “E a Bíblia Tinha Razão”, da Editora Melhoramentos pois este livro contém pesquisas arqueológicas que demonstram a verdade histórica dos Livros Sagrados. Além do relato da descoberta da cidade bíblica edificada por Salomão e que atesta a veracidade da Palavra de Deus quanto a história de Salomão, nas páginas 231 a 236 há um relato sobre a Rainha de Sabá, quem ela era e de que cidade…

Por mais que alguns tentam jogar lama na autenticidade e veracidade da Bíblia Sagrada, a história, a ciência  e a fé jamais deixarão que suas revelações sejam desacreditadas pelo povo de Deus. Povo esse do qual eu me orgulho pertencer!

Sobre este tema, sugiro a leitura do seguinte texto: http://www.sandovaljuliano.com.br/site/estudos-das-doutrinas-biblicas/24-apologia-em-defesa-da-fe-crista/834-arqueologos-alemaes-encontram-palacio-da-rainha-de-saba-na-etiopia

Em Cristo, Ev. Sandoval Juliano – 07 de novembro de 2009.

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