A Parábola do Fogo – 2

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Na primeira parábola do fogo eu disse que o Pr. José Neco, em sua preleção, contou duas parábolas. A segunda parábola foi a seguinte:
 
          Certo monge precisava esquentar uma porção de areia para atingir determinado objetivo. Como não tinha uma vasilha ideal, ele fez uma fogueira e começou a esquentar sua espada na fogueira. Quando a espada já estava flamejante, ele  a mergulhava  na porção de areia até que a espada esfriava.
        
          Em seguida, voltava a espada ao fogo e a aquecia até que ela ficava vermelha como uma brasa e então a mergulhava na porção de areia. Quando a espada estava ficando cinzenta, ele entendia que precisava levá-la ao fogo novamente.
 
          E, assim, ele fez isto várias vezes, até que a areia atingiu a temperatura que ele julgava ideal para alcançar seu propósito.
 
Depois de contar a parábola, o Pr. José Neco passou à seguinte explicação:
 
          Que o monge representa o pastor, o homem que foi chamado e incumbido da missão de pastorear um rebanho do Senhor. A porção de areia representa a igreja onde o pastor trabalha. A espada é o ministério do pastor.
 
           Cabe ao pastor manter a igreja que pastoreia bem aquecida com o fogo do Espírito Santo, porque o fogo tem que sair do altar. É responsabilidade do pastor trazer mensagens avivadas e estar sempre avivado para que a igreja também esteja avivada.
 
           Quando o ministério do pastor está ficando meio cinzento, é hora de renovo. Tem que levar seu ministério ao altar de Deus e aquecê-lo novamente; tem que participar de algum evento fora que lhe traga nova inspiração, novas idéias. Quando o pastor esfria, a igreja percebe; ele fica acinzentado, fica nervoso com o trabalho que os membros lhe dá; fica tentando impor suas idéias; fica ansioso, falta-lhe mensagens, falta-lhe criatividade…
 
          A caixa de areia precisa estar quente para que o pastor alcance seus objetivos, aliás, para que ele alcance objetivos de Deus!
 
Gostei muito dessas duas parábolas e aprendi com elas.
 
Em Cristo, Ev. Sandoval Juliano – 29.05.2010
 

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