Sobre o Divórcio – Texto II

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A não ser pela morte, o divórcio é a única forma jurídica de dissolver o casamento válido.

Conheça a história do divórcio

Desde 1916 a sociedade brasileira tenta regulamentar a questão do divórcio. No Código Civil daquela época, a sociedade conjugal se dissolvia com o desquite(atualmente, separação judicial). Mas, impedia que os cônjuges separados contraíssem novo matrimônio. Um homem ou uma mulher desquitados, eram vistos com maus olhos, especialmente a mulher.

Em 1977 foi promulgada a Lei 6.515/77, chamada de Lei do Divórcio, que em 28 de junho de 1977, sofreu uma Emenda Constitucional, a de nº 09. Com esta Lei, depois de resolvidos os conflitos perante a Justiça, os divorciados passaram a ter o direito de contraírem novo matrimônio.

Por fim, em 2002, com a edição do Novo Código Civil, o divórcio ganhou novos adendos, sendo inclusive, permitido aos cônjuges, desde que não haja conflito, se divorciarem em um cartório, apenas com a presença de um advogado.

Em nossa experiência religiosa, como líder, como conselheiro, como pastor, temos visto que o divórcio é a consequência irremediável de um casamento que não foi feito com maturidade; um relacionamento que não se baseou no amor e, principalmente, fora dos padrões bíblicos da pureza e santidade.

Quando o casal, ainda antes de casado, não observa a vontade de Deus em seu relacionamento, afasta, automaticamente, a bênção de Deus que está reservada à Instituição do casamento.Sem a bênção e a proteção divina, o casamento já começa fadado ao divórcio. E, quando este não acontece, na maioria das vezes, o casal leva em frente um relacionamento amargo, sem vida e sem sentido.

Nos países onde a sociedade menospreza as verdades bíblicas e se cercam de psicólogos e conselheiros totalmente vazios de Deus, o índice de divórcio é altíssimo. Em geral, dão excelentes conselhos, fazem terapias amorosas, e se esforçam para, de alguma forma evitar esse mal, porém, a maioria dos casais, terminam separados.

Em muitos casos, eles se divorciam sem deixarem de ser amigos. Sem deixarem de se encontrarem e até de namorarem.

Hoje, no Brasil, já se observa uma notável mudança de comportamento na sociedade. No texto de número III desta série, estarei publicando uma síntese de uma matéria que copiei da Revista Veja, em 17 de março de 1999 que retrata essa revolução nos costumes que abalou os alicerces de uma instituição que parecia sólida e duradoura.

Em Cristo, Pb. Sandoval Juliano.

 

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